Ano 2025. Escrito por Ayrton Junior Psicólogo CRP 06/147208
O
presente artigo chama a atenção do leitor para um excelente tópico. Um sujeito
sofreu um golpe de uma mulher militar que conheceu num aplicativo específico de
relacionamento, então se comunicaram por um tempo pelo Whatsapp até que
excluísse a mulher militar do contato telefônico. Então o sujeito voltou a
acessar o aplicativo e no terceiro dia recebeu a mensagem da mesma mulher
militar que sofreu o golpe onde ela lhe diz que foi Deus quem a colocou no seu
caminho. Qual é a chance deste sujeito receber novamente a mensagem dá mulher
militar, isto era impossível dê certo.
Vamos
analisar essa situação pela psicanálise de forma bem didática.
1.
O que aconteceu?
O
sujeito conheceu essa mulher militar em um aplicativo de relacionamento. Eles
conversaram pelo WhatsApp, mas, em algum momento, ele percebeu que sofreu um
golpe e decidiu excluir o contato dela. Depois, ele voltou ao aplicativo e, no
terceiro dia, recebeu novamente uma mensagem da mesma mulher, dizendo que foi
Deus quem os colocou no caminho um do outro.
Agora,
vamos pensar como isso pode ser interpretado pela psicanálise.
2.
O acaso ou o desejo inconsciente?
A
primeira coisa que podemos perguntar é: isso foi coincidente ou tem algo no
inconsciente do sujeito que o levou a reencontrar essa mulher?
A
psicanálise entende que nada acontece por acaso em nossa mente . Muitas vezes,
achamos que estamos tomando decisões conscientes, mas, na verdade, nosso
inconsciente está influenciando.
Exemplo:
Imagine que uma pessoa sempre se apaixona por parceiros que a fazem sofrer. Ela
pode achar que isso é "azar", mas, na verdade, pode haver um desejo
inconsciente de reviver os padrões do passado (como uma relação difícil com os
pais, por exemplo).
Aplicando
ao caso:
O
sujeito pode ter excluído a mulher do WhatsApp, mas, inconscientemente, algo
nele ainda estava preso a essa experiência. Isso pode ter levado ele a voltar
ao aplicativo e, de alguma forma, chamar a atenção dela de novo, mesmo sem perceber.
3.
O desejo reprimido e a compulsão à reprodução
Freud
estudou um chamado compulsão à reprodução. Isso acontece quando uma pessoa
repete experiências negativas, mesmo sem querer, porque há algo não resolvido
no inconsciente.
No
caso do sujeito:
Ele
sofreu um golpe e tentou se livrar dessa mulher.
Mas,
deliberadamente, pode ter ficado uma dúvida ou um desejo não resolvido (como
entender o que aconteceu, provar que não foi enganado de novo ou até mesmo
recuperar o dinheiro).
Isso
pode ter levado ele a voltar ao aplicativo, mesmo sem perceber que estava
repetindo o ciclo.
Quando
ele recebe uma mensagem de novo, pode parecer um milagre ou uma coincidência,
mas pode ser um movimento inconsciente dele mesmo , atraindo essa experiência
novamente.
4.
O uso da religião para manipular
A
mulher diz que "foi Deus quem a colocou no caminho dele" .
Isso
pode ser uma tática manipuladora para provocar culpa e fazer com que ele confie
nela de novo.
A
psicanálise explica que o superego (parte da mente que representa normas e
valores, muitas vezes ligado à religião e moralidade) pode ser acionado para
fazer com que uma pessoa se sinta culpada ou responsável por manter a relação.
Se
o sujeito tem uma forte influência religiosa, essa frase pode tocar seu
superego e fazê-lo pensar:
"E
se for verdade? E se eu estiver errado em ignorá-la?"
Mas,
na realidade, essa pode ser apenas uma forma do golpista retomar o contato e
continuar a manipulação.
O
fato de ele ter reencontrado essa mulher no aplicativo pode parecer impossível,
mas a psicanálise nos mostra que nosso inconsciente pode nos levar a situações
repetidas, mesmo sem perceber. Além disso, uma mulher pode estar usando a
religião como uma ferramenta de persuasão para manipulá-lo novamente.
Se
ele quiser sair desse ciclo, o melhor caminho seria refletir sobre os motivos
internos que o levaram a essa repetição e não permitir que a culpa ou a dúvida
o prendam a essa situação novamente.
5.
Como o sujeito pode sair desse ciclo?
Se
ele quiser evitar cair novamente no golpe, ele precisa entender que não seu
inconsciente o levou a essa repetição. Algumas perguntas podem ajudá-lo a
refletir:
O
que me fez voltar ao aplicativo de relacionamento tão rapidamente?
Por
que essa mulher ainda me causa interesse ou inquietação?
Será
que, no fundo, eu queria confrontá-la, provar que sou mais inteligente ou
recuperar algo (dinheiro, autoestima, confiança)?
Por
que essa mensagem dela mexeu comigo? (Foi o uso da religião? A surpresa do
reencontro?)
Essas
perguntas ajudam o sujeito a identificar se há algum desejo reprimido ou uma
necessidade inconsciente de validar algo dentro de si .
Evitar
a Repetição
Se
ele perceber que está preso à compulsão à reprodução , ele pode tomar algumas
atitudes para sair desse padrão:
Aceitar
que foi enganado e se perdoar. Muitas vezes, a compulsão vem porque a pessoa
não quer aceitar a perda ou a sensação de ter sido feito de bobo.
Evite
ambientes onde possa encontrar novamente esse tipo de situação. Se o aplicativo
de relacionamento foi o meio pelo qual ele sofreu o golpe, talvez seja
interessante compensar o uso desse espaço.
Não
caia em discursos manipuladores. Se uma mulher tenta convencê-lo com argumentos
religiosos, é importante lembrar que isso pode ser apenas um jogo psicológico
para reativar a culpa e a dúvida.
6.
O que isso revela sobre o inconsciente do sujeito?
A
psicanálise nos ensina que nossos desejos inconscientes muitas vezes nos levam
a situações repetidas, mesmo as negativas. O sujeito pode não ter sido
procurado deliberadamente essa mulher, mas algo dentro dele ainda estava preso
a essa experiência.
Isso
pode significar:
Uma
necessidade de encerrar uma situação de um jeito que o satisfaça
emocionalmente. Talvez ele quisesse "dar o troco", provar que não é
ingênuo ou resolver a história de forma mais clara.
Um
padrão inconsciente de atração por pessoas manipuladoras. Se ele já teve
experiências anteriores de engano ou traição, pode haver um padrão emocional
que precisa ser compreendido.
Uma
dificuldade de aceitar a perda. Muitas vezes, quando somos enganados, ficamos
presos na sensação de injustiça e queremos uma explicação ou retribuição.
7.
A relação entre o acaso e o inconsciente
O
sujeito pode pensar: “Mas como isso aconteceu? Isso era impossível!” .
A
psicanálise nos mostra que muitos eventos que parecem obra do acaso podem, na
verdade, ser resultado de padrões inconscientes. Talvez ele tenha tido sucesso
ao aplicativo num local e contexto em que essa mulher também estava ativa .
Talvez ele tenha tomado atitudes que, sem perceber, o colocaram de volta no
caminho dela.
Nada
no psiquismo é totalmente por acaso. Às vezes, nosso próprio desejo reprimido
cria as condições para reviver uma situação, mesmo que deliberadamente tentamos
evitá-la.
Conclusão
Final: O que fazer agora?
Se
o sujeito quer se libertar desse ciclo, ele precisa:
Reconhecer
o padrão inconsciente que o levou a essa reprodução.
Evite
cair na manipulação que usa religião ou culpa para prendê-lo novamente.
Conseguir
o ocorrido sem a necessidade de resolver ou entender tudo. Algumas perdas
precisam ser abandonadas.
Trabalhe
sua autoestima e confiança para não ser vulnerável a novas armadilhas
emocionais.
A
psicanálise ensina que, ao tomar consciência dos desejos inconscientes, a
pessoa ganha liberdade para escolher um caminho diferente e padrões repetitivos.
Parece
que o sujeito voltou a compulsão a repetição no app dê modo inconsciente para
reescrever a história novamente com a mulher militar pôr ter dúvidas ou negar
que ela seja uma golpista então há uma esperança inconsciente dê reescrever um
final Feliz com a mulher militar
Exatamente!
O sujeito pode estar preso à compulsão à reprodução porque seu inconsciente
ainda deseja reescrever a história com um final diferente.
1.
O Desejo de Negar a Realidade
Apesar
de ter sofrido um golpe, o sujeito pode sentir dúvidas internas:
"Será
que ela realmente queria me enganar?"
"E
se eu tivesse planejado de outra forma, o desfecho teria sido diferente?"
"Talvez
ela tenha sentimentos por mim de verdade..."
Essas
dúvidas indicam que o inconsciente não quer aceitar que a história já terminou.
Ele tenta encontrar uma maneira de reparar o passado, negando que a mulher seja
uma golpista ou acreditando que, desta vez, as coisas podem ser diferentes.
2.
O Mecanismo da Esperança Inconsciente
A
esperança de um final feliz pode ser um mecanismo de defesa para evitar lidar
com a frustração e a dor da decepção.
Se
ele aceitar que foi enganado, pode sentir raiva, vergonha ou culpa.
Para
evitar esses sentimentos desconfortáveis, o inconsciente cria uma narrativa alternativa,
onde ele tem uma segunda chance de conquistar uma mulher militar e mudar o
desfecho.
Essa
esperança pode estar mantendo-o preso ao ciclo, sem perceber que está apenas
repetindo o mesmo padrão.
3.
A Ilusão do Controle
Outro
ponto importante na compulsão à reprodução é a ilusão de controle.
O
sujeito pode achar que, se tentar de novo, conseguirá mudar a história a seu
favor. Isso faz com que ele volte para o mesmo cenário, acreditando que, desta
vez, terá um resultado diferente.
Mas,
na verdade, ele está apenas se colocando em uma situação onde o desfecho tende
a se repetir.
A
esperança inconsciente pode estar impedindo que ele veja a realidade com
clareza.
4.
Como Sair desse Ciclo?
Se
ele quiser romper com essa reprodução, precisa:
Reconhecer
que a história já aconteceu e não pode ser reescrita. A mulher militar mostrou
quem ela é desde o início. O desejo de um final feliz é uma ilusão criada pelo
inconsciente.
Perder
a perda e o aprendizado. Ao tentar mudar o passado, ele pode refletir sobre o
que essa experiência ensina para o futuro.
Evitar
o autoengano. Sempre que sentir esperança de um desfecho diferente, ele pode se
perguntar: "Isso é baseado na realidade ou no meu desejo inconsciente de
negar o golpe?"
Focar
no presente e no futuro. Se você busca um relacionamento saudável, é melhor
investir energia em novas conexões, sem repetir padrões destrutivos.
O
sujeito voltou ao aplicativo porque o inconsciente dele ainda quer negar a
verdade e reescrever a história. Ele tem esperança de que, desta vez, o
desfecho seja positivo, mas, se não quebrar esse padrão, pode acabar se
colocando em um novo ciclo de sofrimento. Aceitar a realidade e lidar com a
frustração são passos fundamentais para sair dessa compulsão à geração.
Na
realidade o sujeito enviou a compulsão à geração no app com a intenção de
procurar conhecer uma outra mulher que irá substituir a mulher militar, então
acionou o mecanismo de defesa substitutivo. Essa era a intenção inconsciente e
reescrever uma história de sucesso em meio ao fracasso do golpe sofrido. Porém
o sujeito não conseguiu encontrar outra figura feminina que pudesse substituir
a figura da mulher militar aínda e se deparou com a mulher militar golpista
novamente.
Isso
faz sentido total dentro da lógica psicanalítica! O sujeito, ao retornar ao
aplicativo, ativou o mecanismo de defesa da substituição, tentando encontrar
uma nova mulher que pudesse substituir a mulher militar e, assim, reescrever
sua história com um final positivo.
1.
A Substituição Como Defesa Contra a Frustração
O
golpe sofrido gerou um sentimento de fracasso e, possivelmente, feriu a
autoestima do sujeito. Para evitar lidar com essa dor, ele buscou uma forma de
indenização inconsciente, tentando encontrar outra mulher que:
Restaure
sua confiança no aplicativo e nos relacionamentos.
Valide
que ele ainda pode ter sucesso amoroso.
Eliminasse
a lembrança negativa da mulher militar, criando uma nova experiência positiva.
Esse
é um mecanismo comum quando alguém enfrenta uma perda ou decepção , pois o
inconsciente tenta preencher o vazio emocional o mais rápido possível.
2.
O Fracasso da Substituição e o Retorno da Mulher Militar
O
problema é que o inconsciente nem sempre encontra o que deseja imediatamente. O
sujeito não conseguiu substituir a mulher militar, então lembrou-se dela viva
em sua mente.
Ao
se parar novamente com o golpista, ele pode ter sentido:
Surpresa:
"Como isso aconteceu? Era impossível!"
Confusão:
"Será que isso significa algo?"
Dúvida:
"E se eu estiver errado sobre ela?"
Esse
encontro inesperado pode ser interpretado como um sinal do inconsciente de que
ele ainda não superou essa experiência.
3.
O Risco da Regressão à Relação Inicial
Como
ele não encontrou outra mulher para substituir um militar, há um risco de que o
inconsciente tente voltar à relação original, mesmo sabendo que foi
prejudicial.
Isso
acontece porque o cérebro prefere repetir um padrão familiar a lidar com o
desconhecido.
O
sujeito pode começar a racionalizar: "Talvez eu tenha sido precipitado em
julgá-la..." ou "E se dessa vez for diferente?"
Se
ele ceder a essa tentativa, poderá entrar novamente no ciclo da compulsão à reprodução,
revivendo a mesma situação que tentamos evitar.
4.
Como o Romper Esse Padrão?
Para
sair dessa armadilha psíquica, ele precisa:
Reconhecer
que a substituição não resolve a questão emocional. A dor do golpe precisa ser
elaborada e aceitada, não apenas descoberta por uma nova experiência.
Evitar
cair na armadilha da encomenda. O fato de reencontrar uma mulher militar não
significa que haja um “destino” ou “segunda chance”. É apenas um reflexo de que
a situação ainda não foi resolvida internamente.
Trabalhar
a frustração da formatura madura. Ao buscar uma substituição imediata, ele pode
refletir sobre porque se sentiu vulnerável ao golpe e como pode evitar que isso
aconteça novamente.
Mantenha-se
firme na decisão de não reviver o erro. Mesmo que o inconsciente tente
convencê-lo a dar uma nova chance, ele precisa lembrar que já sabe
racionalmente: essa mulher não é confiável.
O
sujeito tentou reescrever sua história encontrando uma nova mulher, mas, como
ainda não conseguiu, se deparou novamente com o golpista. Esse encontro pode
parecer um acaso, mas, na verdade, revelar que o inconsciente ainda está preso
à experiência anterior. Para romper o ciclo, ele precisa aceitar que o golpe
aconteceu, lidar com a frustração e evitar a armadilha de achar que pode mudar
o passado.
Então
parece que o sujeito ao buscar pôr outras mulheres nos aplicativos de
relacionamento está tentando substituir através do mecanismo de defesa
substitutivo a mulher militar golpista ou outras mulheres japonesas militares e
mulheres negras pelas quais sofreram golpe. Inclusive sua ex-mulher negra que
lhe deu um golpe no casamento.
Exato!
O sujeito está tentando substituir essas mulheres do passado para corrigir a
história deliberadamente e superar os traumas dos golpes sofridos. Isso se
encaixa perfeitamente no mecanismo de defesa da substituição, nde o
inconsciente busca uma nova experiência para apagar ou ressignificar uma
experiência frustrante anterior.
1.
A Busca por uma Nova Mulher Como Reparação Inconsciente
O
que parece ser apenas uma tentativa de encontrar um novo relacionamento pode,
na verdade, ser um processo inconsciente de peças . O sujeito não busca apenas
uma nova parceira, mas sim uma mulher que simbolicamente substitui o anterior
para que ele consiga um final feliz, diferente do que teve no passado.
Esse
padrão pode ser observado em três aspectos:
A
repetição do perfil de mulheres (japonesas militares e mulheres negras),
indicando que ele ainda está preso às mesmas figuras femininas que causaram
frustração.
A
tentativa de reescrever a história , como se, ao encontrar uma mulher com as
mesmas características, mas que o tratasse bem, ele pudesse anular os golpes
anteriores.
A
ilusão de controle sobre o passado , pois, se ele "acertar" dessa
vez, pode sentir que os erros do passado foram corrigidos.
2.
O Perigo da Compulsão à Repetição
O
problema é que, ao buscar substituições diretas, o sujeito pode acabar
escolhendo deliberadamente mulheres com padrões semelhantes , levando-o a
reviver a mesma dor. Isso acontece porque o inconsciente não busca
necessariamente a felicidade, mas sim a familiaridade , mesmo que seja
doloroso.
Por
isso, ele corre o risco de:
Entrar
em um novo golpe , pois pode ser atraído por mulheres com traços emocionais e
comportamentais semelhantes aos anteriores.
Se
você se frustrar ao não encontrar uma substituição perfeita , pois nenhuma
mulher será exatamente igual às do passado, tornando a busca interminável.
Ficar
preso ao ciclo de sofrimento , revivendo a sensação de perda e traição ao invés
de realmente superá-las.
3.
Como o Romper Esse Padrão?
Para
sair desse ciclo de substituição e compulsão à reprodução, ele precisa:
Reconheça
que não se trata apenas de encontrar uma nova parceira. Ele está, na verdade,
tentando concordar algo dentro de si, não apenas fora.
Trabalhar
a dor e a frustração das experiências passadas. Em vez de apagar essas memórias
com novas relações, ele precisa elaborá-las e aceitá-las.
Para
procurar substituições diretas. Ao invés de procurar mulheres com perfis
semelhantes aos que o enganaram, ele pode se abrir para novas experiências
afetivas, sem tentar "corrigir" o passado.
Questionar
suas escolhas emocionais. Ele pode se perguntar: "Estou interessado nessa
mulher por quem ela é ou porque ela representa algo do meu passado que quero
mudar?"
Fortaleça
sua autoestima e autoconfiança. Muitas vezes, a compulsão à reprodução está
ligada à necessidade de validar o próprio valor através de relacionamentos.
Conclusão
O
sujeito não está apenas buscando um novo amor, mas sim tentando deliberadamente
reparar a dor dos golpes sofridos , atualizando as mulheres do passado por
novas versões delas. O risco é que essa busca possa levá-lo a repetir os mesmos
erros. Para romper esse padrão, ele precisa parar de buscar a substituição e,
em vez disso, trabalhar internamente suas frustrações e expectativas .
Pôde
estar buscando substituir mulheres cristãs que sofreram decepção no passado
buscando outras mulheres cristãs em aplicativos de relacionamento
Sim,
isso é muito provável! O sujeito pode estar tentando substituir deliberadamente
as mulheres cristãs do passado que lhe causaram decepção, buscando novas
mulheres cristãs em aplicativos de relacionamento. Esse padrão reforça o
mecanismo de defesa da substituição e a compulsão à procriação , pois ele não
está apenas buscando um novo relacionamento, mas tentando reescrever sua
história emocional .
1.
A Substituição Como Forma de Reparação Psíquica
Quando
alguém sofre uma decepção em um relacionamento, especialmente em um contexto
religioso que envolve valores morais e afetivos profundos, pode ser difícil
aceitar a frustração. O inconsciente pode reagir tentando "corrigir"
a experiência anterior , buscando uma nova mulher cristã para provar a si mesmo
que:
Nem
todas as mulheres cristãs são iguais.
O
erro foi na escolha específica, não no grupo ou no tipo de relação.
Existe
uma possibilidade de viver um relacionamento parceiro verdadeiro e feliz.
2.
O Risco da Compulsão à Repetição
O
problema dessa busca inconsciente é que ela pode levar à geração do padrão
emocional , onde ele atrai ou escolhe mulheres semelhantes às que o
decepcionaram. Isso ocorre porque o inconsciente não busca apenas um novo amor,
mas sim uma nova chance de "fazer dar certo" aquilo que deu errado no
passado .
Se
ele não tiver consciência disso, pode acabar:
Se
relacionar com mulheres cristãs que possuem as mesmas características
emocionais anteriores , o que pode levar a novas frustrações.
Criando
expectativas irreais , acreditando que a nova mulher cristã precisa “compensar”
as feridas deixadas pelas anteriores.
Se
sinto preso ao ciclo de tentativas e fracassos , pois a verdadeira questão não
é nas mulheres cristãs, mas sim na necessidade de elaborar as decepções
passadas.
3.
Como Romper Esse Ciclo?
Para
evitar cair na reprodução inconsciente, ele pode:
Reconheça
que está buscando substituições. Perguntar-se: "Quero essa mulher pelo que
ela é ou porque ela simboliza algo que quero reparar?"
Aceitar
que as decepções façam parte da vida. Não é encontrar outra mulher cristã que
ele vai apagar as relações anteriores, mas sim elaborar esses sentimentos.
Ampliar
o olhar sobre os relacionamentos. Em vez de focar apenas em um perfil
específico de mulher, ele pode explorar outras formas de conexão emocional, sem
tentar corrigir o passado.
Trabalhar
a autoestima e o autoconhecimento. Assim, ele evita buscar outra solução para
sua frustração interna.
Tomar
cuidado com expectativas idealizadas. Cada pessoa é única, e nenhuma nova
mulher cristã será uma “cura” automática para as dores do passado.
Conclusão
O
sujeito pode estar repetindo deliberadamente o padrão de buscar mulheres
cristãs para substituir e reparar as frustrações do passado . Se ele não
perceber esse mecanismo, poderá acabar repetindo os mesmos erros e sofrer novas
decepções. Para sair desse ciclo, ele precisa olhar para dentro de si ,
entender suas motivações e trabalhar a acessível de sua história emocional.
Isso
também pode estar ocorrendo na questão profissional Onde o sujeito aceita
trabalhar em empregos simples inferiores a sua formação acadêmica a fim de
reescrever uma história diferente
Sim,
essa mesma lógica pode estar ocorrendo na vida profissional do sujeito . Ele
pode estar aceitando empregos mais simples e inferiores à sua formação
acadêmica como uma forma inconsciente de reescrever sua história profissional e
tentar alcançar um estágio diferente. Isso está diretamente relacionado à
compulsão à reprodução e ao mecanismo de defesa de substituição .
1.
A Repetição Inconsciente no Campo Profissional
Se
o sujeito já teve experiências profissionais frustrantes, ele pode estar
buscando, de forma inconsciente, reviver situações semelhantes para tentar
“fazer dar certo” dessa vez . Esse comportamento pode estar ligado a:
Um
desejo de acertar o passado , provando para si mesmo que é capaz de transformar
uma experiência que antes era negativa.
Uma
dificuldade de aceitar que merece algo melhor , mantendo-se em trabalhos
inferiores à sua qualificação como uma forma de autopunição ou por medo de
falhar novamente.
Um
medo inconsciente de assumir grandes responsabilidades , preferindo repetir
padrões antigos onde se sente mais confortável, mesmo que insatisfeito.
2.
Como isso pode se manifestar?
Aceitar
empregos de baixas remunerações ou que não dependam da sua formação ,
acreditando que dessa vez conseguirá um crescimento profissional diferente.
Ficar
preso em ciclos de insatisfação , onde entra em um trabalho, se frustra, sai, e
depois volta a buscar algo semelhante.
Evite
buscar oportunidades condizentes com sua formação , por medo de não ser
valorizado ou de reviver uma experiência traumática de fracasso ou fracasso.
3.
O Perigo da Compulsão à Repetição no Trabalho
Se
ele não perceber esse padrão, pode acabar sempre se colocando em posições que
não lhe dão realização, reforçando a sensação de frustração. Isso pode levar a:
Baixa
autoestima profissional , acreditando que nunca conseguirá um trabalho melhor.
Desmotivação
e cansaço , pois sempre sente que está começando do zero.
Fuga
de desafios reais , mantendo-se numa zona de conforto que, no fundo, é
desconfortável.
4.
Como o Romper Esse Padrão?
Para
sair desse ciclo, ele precisa:
Reconhecer
que está repetindo um padrão e questionar: “Estou descobrindo esse trabalho
porque realmente quero ou porque estou tentando corrigir algo do passado?”
Aceitar
que não seja preciso repetir o sofrimento para se provar capaz. O crescimento
profissional não depende de reviver situações passadas, mas de buscar novos
caminhos.
Valorize
sua formação e experiência. Em vez de se contentar com empregos inferiores, ele
pode se perguntar: "O que me impede de buscar algo melhor?"
Trabalhe
o medo do fracasso. Muitas vezes, o medo de não ser aceito em uma posição é
melhor que uma pessoa se sabote, aceitando algo menor.
Focar
em um futuro novo, não em concordar com o passado. Ele pode direcionar sua
energia para oportunidades que realmente fazem sentido para seu crescimento, ao
invés de tentar “refazer” sua trajetória profissional.
Conclusão
Assim
como nos relacionamentos, o sujeito pode estar se repetindo em experiências
deliberadamente profissionais frustrantes para tentar reescrevê-las de maneira
diferente. No entanto, essa estratégia pode mantê-lo preso nos empregos
inferiores, reforçando sua insatisfação. Para romper esse padrão, ele precisa
considerar essa dinâmica e começar a buscar oportunidades que realmente
valorizem sua qualificação e seu potencial.
O
mesmo poderia estar acontecendo ao acessar um aplicativo de relacionamento e
buscar mulheres com saberes acadêmicos em psicologia com a intenção
inconsciente de substituir uma mulher psicóloga que sofreu uma infecção
Exatamente!
O sujeito pode estar acessando o aplicativo de relacionamento e buscando
mulheres com formação em psicologia como uma forma inconsciente de substituir e
reparar uma exclusão sofrida por uma psicóloga no passado . Isso reforça o
mecanismo de defesa da substituição e a compulsão à reprodução , porque ele não
está apenas interessado nessas mulheres pelo que elas são, mas sim pelo que
representam emocionalmente para ele.
1.
A Substituição Como Tentativa de Corrigir a Dor da Rejeição
Quando
alguém sofre uma infecção, especialmente de uma pessoa com um perfil específico
(neste caso, uma psicóloga), o inconsciente pode tentar repetir a situação com
uma nova pessoa semelhante, mas esperando um final diferente . Isso pode
significar:
Provar
para si mesmo que é interessante para mulheres psicólogas , compensando a perda
anterior.
Buscar
validação emocional e intelectual , acreditando que, se uma nova psicóloga o
aceitar, isso “anularia” a exclusão da outra.
Repetir
o padrão como uma forma inconsciente de enfrentamento , mesmo que isso possa
levar a novas frustrações.
2.
O Perigo da Compulsão à Repetição
O
problema desse comportamento é que ele pode levar o sujeito a reviver a mesma
dor da pessoa excluída, pois:
Ele
pode estar atraindo ou se interessando por mulheres psicólogas com o mesmo
perfil emocional que o rejeita , o que aumenta a chance de uma nova bloqueada.
Ele
pode criar expectativas irreais , esperando que essa nova mulher psicóloga
“conserte” a ferida emocional esquerda pela anterior.
Ele
pode ser mais focado em corrigir o passado do que em construir algo novo , o
que pode gerar ansiedade e autossabotagem nos relacionamentos.
3.
Como Romper Esse Ciclo?
Para
sair dessa reprodução inconsciente, ele precisa:
Reconhecer
que não é uma profissão de mulher que importa, mas sim a carga emocional que
ele atribui a isso. Perguntar-se: “Estou realmente interessado nessa pessoa ou
não que ela representa para mim?”
Aceitar
que uma exclusão passada faz parte da vida e não precisa ser corrigida. Em vez
de buscar uma substituição, ele pode trabalhar a frustração e seguir em frente.
Ampliar
seu olhar para novos perfis de mulheres. Evitar limites suas escolhas a
psicólogos apenas para preencher uma lacuna emocional.
Valorizar
conexões autênticas, sem expectativas de peças. Construir um relacionamento
saudável significa conhecer uma pessoa pelo que ela é, e não pelo que pode
representar no seu inconsciente.
Trabalhar
a autoestima e a limitação emocional. Assim, ele não precisará buscar validação
em um novo relacionamento que sirva como “cura” para a falha passada.
Conclusão
O
sujeito pode estar buscando mulheres psicólogas em aplicações de relacionamento
não apenas por camadas, mas para tentar substituir e corrigir a exclusão
sofrida por uma psicóloga anterior . No entanto, o comportamento pode levá-lo a
repetir o sofrimento. Para romper esse ciclo, ele precisa considerar essa
dinâmica inconsciente, aceitar sua história e se abrir para novas experiências
sem a necessidade de reposição emocional .
Então
o sujeito deve avaliar que estilo de mulher deseja encontrar no aplicativo de
relacionamento e avaliar sua compulsão a reprodução e ver os aspectos que podem
mudar
Exatamente!
O sujeito precisa avaliar conscientemente o estilo da mulher que deseja
encontrar nenhum aplicativo de relacionamento e, ao mesmo tempo, analisar sua
compulsão à reprodução , identificando padrões que podem estar influenciando
suas escolhas de forma inconsciente.
1.
Como Avaliar a Compulsão à Repetição nos Relacionamentos?
Para
entender se ele está repetindo padrões sem entender, ele pode se perguntar:
Por
que sempre me interessei por mulheres com esse perfil específico?
Estou
buscando essa mulher pelo que ela realmente é ou pelo que ela simboliza para
mim?
Tenho
tentado substituir ou reparar alguma experiência emocional passada?
Quais
foram as semelhanças entre meus últimos relacionamentos ou interesses
românticos?
Essas
escolhas me trouxeram felicidade ou frustração?
Se
ele perceber que está sempre atraído por um mesmo tipo de mulher e vivendo as
mesmas frustrações , pode ser um sinal de que a compulsão à reprodução está em
ação.
2.
identificar o que podemos mudar
Depois
de considerar os padrões repetitivos, ele pode refletir sobre o que pode mudar
para buscar relacionamentos mais seguros e sensíveis:
Ampliar
os critérios de escolha : Ele pode experimentar conhecer mulheres com
características diferentes das que costumavam procurar, sem ficar preso a um
único perfil.
Desenvolver
consciência emocional : Se ele percebe que está tentando substituir ou corrigir
algo do passado, pode tentar focar no presente e em novas experiências.
Trabalhar
a autoestima e a acessibilidade : Se a compulsão à repetição está ligada às
rejeições passadas, ele pode fortalecer sua confiança para não buscar validação
externa.
Ter
expectativas mais realistas : Em vez de esperar que um novo relacionamento
“cure” suas feridas emocionais, ele pode entrar em conexões mais leves e
espontâneas.
Conclusão
O
sujeito deve avaliar se está escolhendo um determinado perfil de mulher por
cobertura real ou por um desejo inconsciente de reparar o passado . Ao
identificar padrões repetitivos, ele pode ajustar suas escolhas e buscar
relações mais apreciadas, sem cair na armadilha da compulsão à reprodução. Isso
ajudará a construir um relacionamento mais saudável e alinhado com o que ele
realmente deseja para sua vida afetiva.
Talvez
você deva considerar pagar valores mensais em algum aplicativo de
relacionamento para encontrar uma mulher
Isso
pode ser uma estratégia válida, desde que ele tenha clareza sobre seus
objetivos e evite cair na compulsão à reprodução . Pagar por um aplicativo de
relacionamento pode trazer vantagens, como maior seleção de perfis , mais
chances de encontrar pessoas com interesses semelhantes e menos perfis falsos
ou golpistas .
1.
O que você considera antes de pagar um aplicativo de relacionamento?
Antes
de investir dinheiro nisso, o sujeito pode refletir:
Estou
buscando um relacionamento de forma consciente ou apenas tentando substituir
experiências passadas?
Esse
investimento realmente me ajuda a encontrar alguém compatível ou estou apenas
tentando validar minha autoestima?
Estou
disposto a mudar meus padrões e ampliar minhas opções de escolha?
Já
trabalhei minhas frustrações passadas ou estou buscando um relacionamento para
preenchê-las?
Se
ele perceber que está emocionalmente preparado e com expectativas realistas ,
um aplicativo pago pode ser uma boa alternativa.
2.
Como Evitar a Compulsão à Repetição Mesmo em um App Pago?
Não
limita a busca a um único perfil de mulher (exemplo: apenas psicólogas, apenas
cristãs, apenas de uma determinada etnia).
Evitar
a idealização : Não achar que um relacionamento resolverá suas dores
emocionais.
Estabelecer
critérios de segurança , sem deixar que padrões inconscientes determinem todas
as escolhas.
Focar
na qualidade das conexões , não apenas na quantidade de partidas.
Conclusão
Se
usado de forma consciente e estratégica , pagar por um aplicativo de
relacionamento pode aumentar as chances de encontrar alguém compatível . No
entanto, é importante avaliar a compulsão à reprodução , garantir que as
motivações sejam saudáveis e estar emocionalmente preparado
para um relacionamento verdadeiro, sem buscar apenas uma substituição do passado.
Agora
que o sujeito tevê um insight da situação e tomou consciência de toda a verdade
inconsciente como perceber que está livre desta compulsão a geração de
relacionamento fracassado e trabalho simples inferiores
Agora
que o sujeito tomou consciência da compulsão à geração, o próximo passo é
observar mudanças em seus pensamentos, sentimentos e comportamentos . A
liberação desse padrão não acontece instantaneamente, mas pode ser percebida ao
longo do tempo. Aqui estão alguns sinais de que ele está se libertando:
1.
Mudança na Forma de Escolher Relacionamentos
Ele
não sente mais atração automática por mulheres que repetem o perfil das que
causaram frustrações no passado.
Ele
não busca validação ou "corrigir" histórias antigas com novas
parceiras.
Ele
se abre para conhecer pessoas diferentes , sem estar preso a um padrão
inconsciente.
Ele
não sente necessidade de provar algo para si mesmo ou para os outros ao entrar
em um novo relacionamento.
2.
Mudança na relação com o trabalho
Ele
não aceitou mais trabalhos passados apenas
para repetir histórias de
frustração ou se punir por algo.
Ele
se sente merecedor de um emprego condizente com sua formação e objetivos de
vida .
Ele
não busca um trabalho inferior como forma de compensação emocional ou fuga de
desafios maiores.
Ele
faz escolhas profissionais com autonomia , sem se basear no medo ou na
necessidade de repetir o que já conhece.
3.
Sentimentos mais equilibrados
Ele
percebe que suas emoções não estão mais sendo guiadas por frustrações passadas
.
Ele
sente que tem liberdade para escolher seus caminhos sem se sentir preso ao que
já viveu .
Ele
não sente angústia ou culpa ao tomar novas decisões , pois sabe que não há
controle.
4.
Tomada de Decisão Consciente e Livre
Ele
percebe que está tomando decisões baseadas no presente, não no passado .
Ele
se sente confortável explorando novas possibilidades em relacionamentos e na
carreira.
Ele
sabe diferenciar desejo genuíno de necessidade de reprodução e faz escolhas
mais homologadas consigo mesmo.
Como
Testar Se Está Livre da Compulsão à Repetição?
Observe
padrões antigos e veja se ainda sente atração por eles .
Experimentar
novas escolhas e analisar como se sente (por exemplo, conversar com mulheres
diferentes no app ou procurar empregos mais próximos com sua vocação).
Se
perguntar: "Estou escolhendo isso porque realmente quero ou porque estou
repetindo um padrão inconsciente?"
Conclusão
A
verdadeira liberação da compulsão à repetição acontece quando o sujeito percebe
que suas escolhas não são mais motivadas por frustrações passadas, mas por
desejos e objetivos reais . Ele se sente sem controle, faz escolhas sem medo e
não sente necessidade de repetir velhos padrões para buscar validação ou
reparos emocionais. Isso significa que ele está pronto para viver novas
experiências de forma autêntica e consciente .
Parece
que o sujeito deseja se objeto de desejo para as mulheres jovens pois está
construindo um corpo musculoso na academia
Isso
pode indicar que o sujeito está buscando reafirmar sua autoestima e seu valor
no mercado amoroso , especialmente em relação às mulheres jovens. O desejo de
ser um objeto de desejo pode estar ligado a várias motivações inconscientes,
como:
Superar
inseguranças passadas ligadas à destruição.
Compensar
frustrações anteriores ao se tornar mais desconfortável.
Reescrever
a própria história , provando para si mesmo que pode ser desejado por um perfil
de mulher que antes não lhe dava atenção.
Se
sentir mais no controle das relações , evitando o medo de ser excluído.
Como
identificar Se Isso Faz Parte da Compulsão à Repetição?
O
sujeito se sentiria satisfeito se conquistasse mulheres jovens, ou continuaria
sentindo um vazio emocional?
Ele
está malhando por prazer e bem-estar , ou apenas para ser validado pelo desejo
feminino?
Ele
pode ser interessante para as mulheres sem precisar que elas validem sua
autoestima?
Ele
sente que a busca pelo corpo musculoso é uma forma de se vingar simbolicamente
das rejeições passadas?
Se
uma musculação para um meio de autoestima sincera e bem-estar , então é um
caminho saudável. Mas se por uma tentativa inconsciente de corrigir traumas
passados , pode ser mais um reflexo da compulsão à geração, onde o sujeito
busca mudar a forma como é visto, mas continua emocionalmente preso às mesmas
inseguranças.
O
Caminho Para a Autenticidade
Se
ele deseja ser desejado por mulheres jovens, tudo bem, desde que essa busca
seja baseada em um desejo autêntico e não em uma necessidade inconsciente de
reposição emocional . A chave é perceber se essa física traz verdadeira
satisfação e liberdade emocional , ou se apenas reforçar padrões antigos de
busca por validação.
Como
o sujeito pode reescrever sua história buscando uma nova mulher sem pensar na
reposição ou uma que substitua as anteriores sem repetir os padrões das
mulheres militares japonesas religiosas psicólogas ou negras sendo todos os
jovens em idade sem tentar corrigir algo dentro de si mesmo ou buscar aprovação
externa de Deus filhos figuras parentais ou outras sem desejar uma economia
psíquica e também ser objeto de desejo pára às mulheres com corpo musculoso e
aínda nas questões profissionais .
Para
que o sujeito reescreva sua história sem cair na compulsão à reprodução , ele
precisa agir de maneira consciente e autônoma , sem tentar corrigir o passado
ou buscar validação externa. Isso significa tomar decisões que realmente o
satisfaçam no presente , e não porque ele está tentando preencher uma lacuna
emocional.
1.
Escolher uma Nova Mulher sem Substituir as Anteriores
O
sujeito precisa se perguntar:
"Quais
qualidades eu realmente valorizo em uma
parceira?" (Em vez de repetir padrões antigos)
"Estou
interessado nesta mulher por quem ela é ou pelo que ela representa?"
"Eu
estaria satisfeito com essa relação mesmo que ninguém me aprovasse?"
Como
agir?
Explorar
diferentes perfis de mulheres , sem restringir um padrão específico.
Se
abrir para o novo , permitindo-se conhecer pessoas sem expectativas de que elas
"corrijam" algo dentro dele.
Criar
conexões subjacentes em profundidade verdadeira , e não em uma necessidade
inconsciente de reprodução ou peças.
2.
Construir um Corpo Musculoso sem Necessidade de Aprovação
"Estou treinando por mim mesmo ou para
ser desejado por mulheres?"
"Se
eu não recebo nenhum elogio, ainda assim continuaria na academia?"
Como
agir?
Treinar
pelo prazer e pela saúde , e não para preencher um vazio emocional.
Ver
o corpo musculoso como um reflexo de disciplina e bem-estar , não como um
objeto para ser aceito pelos outros.
Se
perceber que ainda sente necessidade extrema de validação, buscar equilibrar a
autoestima de outras formas, como desenvolvimento intelectual, emocional e
social .
3.
Evoluir Profissionalmente sem Buscar Reparação ou Prova
"Estou
procurando esse trabalho porque me satisfaço ou porque quero provar algo para
alguém?"
"Se
ninguém estava me julgando, esse ainda seria o emprego que eu quero?"
"Estou
me permitindo crescer profissionalmente ou aceitando menos do que mereço?"
Como
agir?
Buscar
oportunidades compatíveis com seu propósito e talento , e não apenas aceitar
empregos inferiores por medo ou carreira.
Reconhecer
seu valor profissional , sem precisar que alguém valide sua competência.
Se
permitir sonhar alto, sem a autocensura de que precisa "pagar por erros do
passado".
4.
Libertar-se da Necessidade de Aprovação de Deus, Filho, Figuras Parentais ou
Outras Pessoas
"Se
eu não procuresse agradar ninguém, minhas escolhas seriam diferentes?"
"Estou
vivendo para mim ou para atender às expectativas?"
"Minha
felicidade vem do que eu realmente quero ou do que os outros acham certo?"
Como
agir?
Tomar
decisões baseadas no que traz felicidade verdadeira, e não em medo ou culpa.
Perceber
que ninguém pode definir seu valor ou merecimento além dele mesmo .
Compreender
que a vida não precisa ser uma prova constante de que ele é digno de aprovação
.
Conclusão
O
sujeito reescrevendo sua história de forma livre quando:
Suas
escolhas não foram guiadas pelo passado, mas sim por desejos autênticos .
Ele
não busca acessórios, aprovação ou validação em suas relações, corpo ou
carreira .
Ele
percebeu que é suficiente por si mesmo, sem precisar provar nada para ninguém.
Ao agir dessa forma, ele se liberta da compulsão à procriação e passa a
construir sua vida com conforto, prazer e autonomia.
Que
modo de inconsciente o sujeito pode estar fazendo em relação a esses simbolismo
de mulheres que escolhe nos aplicativos de relacionamento e aínda não toma
consciência
O
sujeito pode estar realizando diversas reparações inconscientes ao escolher
determinados perfis de mulheres em aplicativos de relacionamento. Essas
escolhas estão ligadas à experiência de corrigir experiências passadas,
preencher lacunas emocionais ou validar sua identidade e autoestima . Aqui
estão algumas possíveis reparações inconscientes que ele ainda pode não ter
percebido:
1.
Reparação de Rejeições e Frustrações Passadas
Possível
padrão: Buscar mulheres jovens, militares, japonesas, religiosas, psicólogas ou
negras.
Reparação
inconsciente:
Tentar
“corrigir” experiências passadas de exclusão ao conquistar agora um perfil de
mulher que antes o rejeitava.
Provar
para si mesmo que dessa vez a relação pode dar certo , criando um "final
feliz" que não aconteceu no passado.
Repita
a relação para se sentir no controle , como se pudesse reescrever a história e
fazer diferente.
2.
Reparação da Relação com a Mãe ou Outras Figuras Maternas
Possível
padrão: Escolher mulheres que simbolizem autoridade (militares, psicólogas,
religiosas).
Reparação
inconsciente:
Buscar
validação de figuras femininas fortes, possivelmente relacionadas à imagem da
mãe.
Desejar
ser aceito e reconhecido por mulheres que representem autoridade, como se fosse
uma busca inconsciente por aprovação materna.
Se
relacionar com mulheres que exercem controle ou liderança para recriar a
dinâmica com a mãe e tentar "resolver" algo do passado .
3.
Reparação da Relação com a Ex-Mulher Negra ou Outras Mulheres do Passado
Possível
padrão: Procurar mulheres negras nos aplicativos, mesmo tendo sofrido golpes de
alguns no passado.
Reparação
inconsciente:
Tentar
encontrar uma mulher negra "certa" para ressignificar a experiência
negativa com uma ex-mulher ou outras mulheres que o enganaram.
Querer
provar para si mesmo que pode viver uma relação positiva com esse perfil de
mulher .
Repetir
esse padrão para mostrar que não foi um erro confiar nelas no passado, mas que
acabei de comprar a pessoa errada .
4.
Reparação do Papel de Protetor ou Salvador
Possível
padrão: Escolher mulheres religiosas ou com fragilidades emocionais.
Reparação
inconsciente:
Querer
assumir um papel de salvador , ajudando a mulher a superar seus problemas.
Sentir
que precisa ser um guia ou protetor , talvez compensando alguma impotência
sentida nas relações anteriores.
Reforçar
a própria identidade como alguém confiável, moralmente correto e digno de amor
, como se precisasse "merecer" a relação.
5.
Reparação de Autoestima e Identidade Masculina
Possível
padrão: Escolher mulheres jovens e investir na construção do corpo musculoso.
Reparação
inconsciente:
Tentar
validar sua virilidade e atratividade ao ser desejado por mulheres mais jovens.
Buscar
reconhecimento externo para compensar inseguranças internacionais .
Construir
um corpo musculoso como forma de garantir poder e status , provando que ainda
tem valor no mercado amoroso.
6.
Reparação da Relação com a Religião e com Deus
Possível
padrão: Procurar mulheres cristãs, apesar de já ter tido frustrações com esse
perfil.
Reparação
inconsciente:
Tentar
reencontrar um modelo ideal de mulher religiosa , como se buscasse uma parceira
que simbolizasse uma conexão com a fé.
Sentir
que, ao se relacionar com uma mulher cristã, estaria alinhada espiritualmente e
corrigindo escolhas passadas .
Buscar
um relacionamento que não o faça sentir culpa ou conflito moral , como se
estivesse provando sua fidelidade aos princípios religiosos.
Conclusão:
Como Tomar Consciência dessas Reparações?
O
sujeito pode se perguntar:
"Estou
escolhendo esse tipo de mulher porque realmente gosto ou porque quero provar
algo para mim mesmo?"
"Minha
atração por esse perfil de mulher vem de um desejo genuíno ou de uma
necessidade inconsciente de concordar com o passado?"
✅ "Se eu não tive passado
por rejeições, golpes ou frustrações, ainda assim procuraria esse tipo de
mulher?"
"Estou
buscando essa relação porque ela me faz feliz ou porque me faz sentir menos
inseguro?"
Ao
refletir sobre essas perguntas, o sujeito pode começar a perceber quais
escolhas estão sendo feitas por desejo autêntico e quais ainda estão presas a
reparações inconscientes . Com essa consciência, ele poderá sair da compulsão à
reprodução e construir relacionamentos e uma vida profissional mais livres e
esmagadoras .
O
sujeito tomou consciência dos inconscientes mais aínda assim escolhe se
relacionar com uma mulher mais Nova mais abre mão dê muitas exigências suas.
Mais também pudemos compreender que as mulheres às quais se esforçavam para se
relacionar eram mulheres segundo às suas idealizações e fantasias e pôr isso
não deu certo, portanto agora pede a Deus uma mulher segundo a vontade de Deus.
Agora
que o sujeito tomou consciência das reparações inconscientes e percebeu que
muitas de suas escolhas anteriores foram baseadas em idealizações e fantasias ,
ele se encontra em um ponto de transformação.
Ele
ainda deseja se relacionar com uma mulher mais jovem , mas agora sem as mesmas
exigências que antes poderiam estar ligadas à necessidade de provar algo para
si mesmo ou de acertar o passado. Isso indica uma mudança de postura: ao
procurar uma mulher para preencher uma lacuna emocional ou validar sua
identidade, ele agora está mais aberto a uma relação genuína.
O
Significado de "Uma Mulher Segundo a Vontade de Deus"
Quando
o sujeito passa a pedir uma mulher segundo a vontade de Deus , isso pode ter
diferentes significados psicológicos:
Entrega
e Desapego: Ele está abrindo mão do controle excessivo sobre a escolha da
parceira, aceitando que nem tudo precisa seguir um roteiro idealizado. Isso
reduz a ansiedade e a compulsão à reprodução.
Busca
por uma Relação mais Autêntica: Ao deixar de lado as fantasias anteriores, ele
pode construir um relacionamento mais realista e baseado em detalhes óbvios, e
não apenas em características externas.
Reconciliação
com seus Desejos e Crenças: Antes, havia um conflito entre suas experiências
amorosas e sua fé. Agora, ele busca uma relação que esteja alinhada com sua
espiritualidade, mas sem firmeza.
Maior
Maturidade Emocional: Ele não está mais tentando concordar com o passado
através de uma mulher , mas sim viver uma experiência nova , onde ambos se
escolhem de forma espontânea e saudável.
O
Próximo Passo: Como Garantir que a Mudança é Real?
Agora,
o sujeito pode se perguntar:
"Essa
mulher me atrai pelo que ela realmente é ou pelo que eu gostaria que ela
representasse?"
"Estou
me permitindo conhecer alguém de verdade ou ainda estou buscando sinais de que
ela se encaixasse nos meus padrões antigos?"
"Se
essa mulher não é exatamente como eu imagino, eu ainda me sinto feliz e
satisfeita no relacionamento?"
Se
ele conseguir se relacionar com alguém sem precisar encaixá-la em um molde ou
uma fantasia , então ele terá realmente superado a compulsão à reprodução e
estará pronto para viver uma relação verdadeira e madura.
Parece
que o sujeito está na compulsão a repetição da psicologia organização pois
espera que ao ter entrado numa função inferior procurar exercer a psicologia
organização no trabalho atual
Sim,
o sujeito pode estar repetindo um padrão inconsciente na área profissional,
assim como faz nos relacionamentos. Ao aceitar uma função inferior à sua
formação, ele pode estar tentando, de maneira inconsciente, reescrever sua
história e “consertar” uma frustração passada .
Ele
pode ter a esperança de que, mesmo estando em uma carga abaixo de sua
qualificação, conseguirá fazer uma psicologia organizacional emergir
naturalmente dentro do trabalho atual. Isso pode ser uma tentativa inconsciente
de provar que não escolheu o caminho errado ao aceitar esse emprego ou de
reafirmar seu valor em um ambiente que inicialmente não registrou sua real
competência .
Os
Possíveis Sentidos Psicológicos dessa Compulsão à Repetição no Trabalho
Tentativa
de Substituição Profissional: Assim como nos relacionamentos, onde ele buscava
mulheres que simbolizavam algo do passado, aqui ele pode estar tentando
encontrar no emprego atual uma maneira de exercer a psicologia, mesmo que o
cargo não tenha essa função clara.
Evitação
do Conflito Interno: Pode haver um medo inconsciente de assumir totalmente a
identidade de psicólogo organizacional e, por isso, ele se mantém em uma
posição inferior, onde a pressão de exercer a profissão "de verdade"
não é tão grande .
Autovalidação
e Reafirmação: Ele pode estar querendo provar para si mesmo e para os outros
que conseguem transformar o ambiente de trabalho e aplicar seus conhecimentos,
mesmo que ninguém tenha dado essa oportunidade formalmente.
Apego
ao Passado e ao Superego Teológico: Como já refletiu antes, seu superego
religioso pode influenciá-lo a sentir culpa por abandonar um trabalho
"seguro" para seguir a psicologia, fazendo com que ele adie essa
decisão ao se prender a uma posição de menor prestígio.
Como
saber se ele está realmente quebrando esse ciclo?
Agora,
ele pode se perguntar:
Estou
esperando que esse emprego me dê uma oportunidade para exercer a psicologia ou
estou criando uma justificativa para continuar aqui?"
"Se
esse trabalho nunca me permitir trabalhar com psicologia organizacional, eu
ainda quero continuar nele?"
"Eu
estou adiando minha verdadeira vocação por medo da mudança?"
"O
que realmente me impede de procurar um emprego onde eu possa exercer a
psicologia de forma plena?"
Se
ele perceber que está esperando que o ambiente mude ao invés de tomar uma
iniciativa de mudança de ambiente , pode ser um sinal de que a compulsão à
reprodução ainda está ativa. O próximo passo seria agir de forma mais
consciente para sair desse ciclo e buscar uma posição que realmente permita
exercer sua profissão de maneira plena e segura .
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