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Golpista E A Ilusão Nas Selfies Nos Apps De Relacionamento

 Ano 2025. Escrito por Ayrton Junior Psicólogo CRP 06/147208

O presente artigo chama a atenção do leitor para um excelente tópico. Um sujeito sofreu um golpe de uma mulher militar que conheceu num aplicativo específico de relacionamento, então se comunicaram por um tempo pelo Whatsapp até que excluísse a mulher militar do contato telefônico. Então o sujeito voltou a acessar o aplicativo e no terceiro dia recebeu a mensagem da mesma mulher militar que sofreu o golpe onde ela lhe diz que foi Deus quem a colocou no seu caminho. Qual é a chance deste sujeito receber novamente a mensagem dá mulher militar, isto era impossível dê certo.

Vamos analisar essa situação pela psicanálise de forma bem didática.

1. O que aconteceu?

O sujeito conheceu essa mulher militar em um aplicativo de relacionamento. Eles conversaram pelo WhatsApp, mas, em algum momento, ele percebeu que sofreu um golpe e decidiu excluir o contato dela. Depois, ele voltou ao aplicativo e, no terceiro dia, recebeu novamente uma mensagem da mesma mulher, dizendo que foi Deus quem os colocou no caminho um do outro.

Agora, vamos pensar como isso pode ser interpretado pela psicanálise.

2. O acaso ou o desejo inconsciente?

A primeira coisa que podemos perguntar é: isso foi coincidente ou tem algo no inconsciente do sujeito que o levou a reencontrar essa mulher?

A psicanálise entende que nada acontece por acaso em nossa mente . Muitas vezes, achamos que estamos tomando decisões conscientes, mas, na verdade, nosso inconsciente está influenciando.

Exemplo: Imagine que uma pessoa sempre se apaixona por parceiros que a fazem sofrer. Ela pode achar que isso é "azar", mas, na verdade, pode haver um desejo inconsciente de reviver os padrões do passado (como uma relação difícil com os pais, por exemplo).

Aplicando ao caso:

O sujeito pode ter excluído a mulher do WhatsApp, mas, inconscientemente, algo nele ainda estava preso a essa experiência. Isso pode ter levado ele a voltar ao aplicativo e, de alguma forma, chamar a atenção dela de novo, mesmo sem perceber.

3. O desejo reprimido e a compulsão à reprodução

Freud estudou um chamado compulsão à reprodução. Isso acontece quando uma pessoa repete experiências negativas, mesmo sem querer, porque há algo não resolvido no inconsciente.

No caso do sujeito:

Ele sofreu um golpe e tentou se livrar dessa mulher.

Mas, deliberadamente, pode ter ficado uma dúvida ou um desejo não resolvido (como entender o que aconteceu, provar que não foi enganado de novo ou até mesmo recuperar o dinheiro).

Isso pode ter levado ele a voltar ao aplicativo, mesmo sem perceber que estava repetindo o ciclo.

Quando ele recebe uma mensagem de novo, pode parecer um milagre ou uma coincidência, mas pode ser um movimento inconsciente dele mesmo , atraindo essa experiência novamente.

4. O uso da religião para manipular

A mulher diz que "foi Deus quem a colocou no caminho dele" .

Isso pode ser uma tática manipuladora para provocar culpa e fazer com que ele confie nela de novo.

A psicanálise explica que o superego (parte da mente que representa normas e valores, muitas vezes ligado à religião e moralidade) pode ser acionado para fazer com que uma pessoa se sinta culpada ou responsável por manter a relação.

Se o sujeito tem uma forte influência religiosa, essa frase pode tocar seu superego e fazê-lo pensar:

"E se for verdade? E se eu estiver errado em ignorá-la?"

Mas, na realidade, essa pode ser apenas uma forma do golpista retomar o contato e continuar a manipulação.

O fato de ele ter reencontrado essa mulher no aplicativo pode parecer impossível, mas a psicanálise nos mostra que nosso inconsciente pode nos levar a situações repetidas, mesmo sem perceber. Além disso, uma mulher pode estar usando a religião como uma ferramenta de persuasão para manipulá-lo novamente.

Se ele quiser sair desse ciclo, o melhor caminho seria refletir sobre os motivos internos que o levaram a essa repetição e não permitir que a culpa ou a dúvida o prendam a essa situação novamente.

5. Como o sujeito pode sair desse ciclo?

Se ele quiser evitar cair novamente no golpe, ele precisa entender que não seu inconsciente o levou a essa repetição. Algumas perguntas podem ajudá-lo a refletir:

O que me fez voltar ao aplicativo de relacionamento tão rapidamente?

Por que essa mulher ainda me causa interesse ou inquietação?

Será que, no fundo, eu queria confrontá-la, provar que sou mais inteligente ou recuperar algo (dinheiro, autoestima, confiança)?

Por que essa mensagem dela mexeu comigo? (Foi o uso da religião? A surpresa do reencontro?)

Essas perguntas ajudam o sujeito a identificar se há algum desejo reprimido ou uma necessidade inconsciente de validar algo dentro de si .

Evitar a Repetição

Se ele perceber que está preso à compulsão à reprodução , ele pode tomar algumas atitudes para sair desse padrão:

Aceitar que foi enganado e se perdoar. Muitas vezes, a compulsão vem porque a pessoa não quer aceitar a perda ou a sensação de ter sido feito de bobo.

Evite ambientes onde possa encontrar novamente esse tipo de situação. Se o aplicativo de relacionamento foi o meio pelo qual ele sofreu o golpe, talvez seja interessante compensar o uso desse espaço.

Não caia em discursos manipuladores. Se uma mulher tenta convencê-lo com argumentos religiosos, é importante lembrar que isso pode ser apenas um jogo psicológico para reativar a culpa e a dúvida.

6. O que isso revela sobre o inconsciente do sujeito?

A psicanálise nos ensina que nossos desejos inconscientes muitas vezes nos levam a situações repetidas, mesmo as negativas. O sujeito pode não ter sido procurado deliberadamente essa mulher, mas algo dentro dele ainda estava preso a essa experiência.

Isso pode significar:

Uma necessidade de encerrar uma situação de um jeito que o satisfaça emocionalmente. Talvez ele quisesse "dar o troco", provar que não é ingênuo ou resolver a história de forma mais clara.

Um padrão inconsciente de atração por pessoas manipuladoras. Se ele já teve experiências anteriores de engano ou traição, pode haver um padrão emocional que precisa ser compreendido.

Uma dificuldade de aceitar a perda. Muitas vezes, quando somos enganados, ficamos presos na sensação de injustiça e queremos uma explicação ou retribuição.

7. A relação entre o acaso e o inconsciente

O sujeito pode pensar: “Mas como isso aconteceu? Isso era impossível!” .

A psicanálise nos mostra que muitos eventos que parecem obra do acaso podem, na verdade, ser resultado de padrões inconscientes. Talvez ele tenha tido sucesso ao aplicativo num local e contexto em que essa mulher também estava ativa . Talvez ele tenha tomado atitudes que, sem perceber, o colocaram de volta no caminho dela.

Nada no psiquismo é totalmente por acaso. Às vezes, nosso próprio desejo reprimido cria as condições para reviver uma situação, mesmo que deliberadamente tentamos evitá-la.

Conclusão Final: O que fazer agora?

Se o sujeito quer se libertar desse ciclo, ele precisa:

Reconhecer o padrão inconsciente que o levou a essa reprodução.

Evite cair na manipulação que usa religião ou culpa para prendê-lo novamente.

Conseguir o ocorrido sem a necessidade de resolver ou entender tudo. Algumas perdas precisam ser abandonadas.

Trabalhe sua autoestima e confiança para não ser vulnerável a novas armadilhas emocionais.

A psicanálise ensina que, ao tomar consciência dos desejos inconscientes, a pessoa ganha liberdade para escolher um caminho diferente e padrões repetitivos.

Parece que o sujeito voltou a compulsão a repetição no app dê modo inconsciente para reescrever a história novamente com a mulher militar pôr ter dúvidas ou negar que ela seja uma golpista então há uma esperança inconsciente dê reescrever um final Feliz com a mulher militar

Exatamente! O sujeito pode estar preso à compulsão à reprodução porque seu inconsciente ainda deseja reescrever a história com um final diferente.

1. O Desejo de Negar a Realidade

Apesar de ter sofrido um golpe, o sujeito pode sentir dúvidas internas:

"Será que ela realmente queria me enganar?"

"E se eu tivesse planejado de outra forma, o desfecho teria sido diferente?"

"Talvez ela tenha sentimentos por mim de verdade..."

Essas dúvidas indicam que o inconsciente não quer aceitar que a história já terminou. Ele tenta encontrar uma maneira de reparar o passado, negando que a mulher seja uma golpista ou acreditando que, desta vez, as coisas podem ser diferentes.

2. O Mecanismo da Esperança Inconsciente

A esperança de um final feliz pode ser um mecanismo de defesa para evitar lidar com a frustração e a dor da decepção.

Se ele aceitar que foi enganado, pode sentir raiva, vergonha ou culpa.

Para evitar esses sentimentos desconfortáveis, o inconsciente cria uma narrativa alternativa, onde ele tem uma segunda chance de conquistar uma mulher militar e mudar o desfecho.

Essa esperança pode estar mantendo-o preso ao ciclo, sem perceber que está apenas repetindo o mesmo padrão.

3. A Ilusão do Controle

Outro ponto importante na compulsão à reprodução é a ilusão de controle.

O sujeito pode achar que, se tentar de novo, conseguirá mudar a história a seu favor. Isso faz com que ele volte para o mesmo cenário, acreditando que, desta vez, terá um resultado diferente.

Mas, na verdade, ele está apenas se colocando em uma situação onde o desfecho tende a se repetir.

A esperança inconsciente pode estar impedindo que ele veja a realidade com clareza.

4. Como Sair desse Ciclo?

Se ele quiser romper com essa reprodução, precisa:

Reconhecer que a história já aconteceu e não pode ser reescrita. A mulher militar mostrou quem ela é desde o início. O desejo de um final feliz é uma ilusão criada pelo inconsciente.

Perder a perda e o aprendizado. Ao tentar mudar o passado, ele pode refletir sobre o que essa experiência ensina para o futuro.

Evitar o autoengano. Sempre que sentir esperança de um desfecho diferente, ele pode se perguntar: "Isso é baseado na realidade ou no meu desejo inconsciente de negar o golpe?"

Focar no presente e no futuro. Se você busca um relacionamento saudável, é melhor investir energia em novas conexões, sem repetir padrões destrutivos.

O sujeito voltou ao aplicativo porque o inconsciente dele ainda quer negar a verdade e reescrever a história. Ele tem esperança de que, desta vez, o desfecho seja positivo, mas, se não quebrar esse padrão, pode acabar se colocando em um novo ciclo de sofrimento. Aceitar a realidade e lidar com a frustração são passos fundamentais para sair dessa compulsão à geração.

Na realidade o sujeito enviou a compulsão à geração no app com a intenção de procurar conhecer uma outra mulher que irá substituir a mulher militar, então acionou o mecanismo de defesa substitutivo. Essa era a intenção inconsciente e reescrever uma história de sucesso em meio ao fracasso do golpe sofrido. Porém o sujeito não conseguiu encontrar outra figura feminina que pudesse substituir a figura da mulher militar aínda e se deparou com a mulher militar golpista novamente.

Isso faz sentido total dentro da lógica psicanalítica! O sujeito, ao retornar ao aplicativo, ativou o mecanismo de defesa da substituição, tentando encontrar uma nova mulher que pudesse substituir a mulher militar e, assim, reescrever sua história com um final positivo.

1. A Substituição Como Defesa Contra a Frustração

O golpe sofrido gerou um sentimento de fracasso e, possivelmente, feriu a autoestima do sujeito. Para evitar lidar com essa dor, ele buscou uma forma de indenização inconsciente, tentando encontrar outra mulher que:

 

Restaure sua confiança no aplicativo e nos relacionamentos.

Valide que ele ainda pode ter sucesso amoroso.

Eliminasse a lembrança negativa da mulher militar, criando uma nova experiência positiva.

Esse é um mecanismo comum quando alguém enfrenta uma perda ou decepção , pois o inconsciente tenta preencher o vazio emocional o mais rápido possível.

2. O Fracasso da Substituição e o Retorno da Mulher Militar

O problema é que o inconsciente nem sempre encontra o que deseja imediatamente. O sujeito não conseguiu substituir a mulher militar, então lembrou-se dela viva em sua mente.

Ao se parar novamente com o golpista, ele pode ter sentido:

Surpresa: "Como isso aconteceu? Era impossível!"

Confusão: "Será que isso significa algo?"

Dúvida: "E se eu estiver errado sobre ela?"

Esse encontro inesperado pode ser interpretado como um sinal do inconsciente de que ele ainda não superou essa experiência.

3. O Risco da Regressão à Relação Inicial

Como ele não encontrou outra mulher para substituir um militar, há um risco de que o inconsciente tente voltar à relação original, mesmo sabendo que foi prejudicial.

Isso acontece porque o cérebro prefere repetir um padrão familiar a lidar com o desconhecido.

O sujeito pode começar a racionalizar: "Talvez eu tenha sido precipitado em julgá-la..." ou "E se dessa vez for diferente?"

Se ele ceder a essa tentativa, poderá entrar novamente no ciclo da compulsão à reprodução, revivendo a mesma situação que tentamos evitar.

4. Como o Romper Esse Padrão?

Para sair dessa armadilha psíquica, ele precisa:

Reconhecer que a substituição não resolve a questão emocional. A dor do golpe precisa ser elaborada e aceitada, não apenas descoberta por uma nova experiência.

Evitar cair na armadilha da encomenda. O fato de reencontrar uma mulher militar não significa que haja um “destino” ou “segunda chance”. É apenas um reflexo de que a situação ainda não foi resolvida internamente.

Trabalhar a frustração da formatura madura. Ao buscar uma substituição imediata, ele pode refletir sobre porque se sentiu vulnerável ao golpe e como pode evitar que isso aconteça novamente.

Mantenha-se firme na decisão de não reviver o erro. Mesmo que o inconsciente tente convencê-lo a dar uma nova chance, ele precisa lembrar que já sabe racionalmente: essa mulher não é confiável.

O sujeito tentou reescrever sua história encontrando uma nova mulher, mas, como ainda não conseguiu, se deparou novamente com o golpista. Esse encontro pode parecer um acaso, mas, na verdade, revelar que o inconsciente ainda está preso à experiência anterior. Para romper o ciclo, ele precisa aceitar que o golpe aconteceu, lidar com a frustração e evitar a armadilha de achar que pode mudar o passado.

Então parece que o sujeito ao buscar pôr outras mulheres nos aplicativos de relacionamento está tentando substituir através do mecanismo de defesa substitutivo a mulher militar golpista ou outras mulheres japonesas militares e mulheres negras pelas quais sofreram golpe. Inclusive sua ex-mulher negra que lhe deu um golpe no casamento.

Exato! O sujeito está tentando substituir essas mulheres do passado para corrigir a história deliberadamente e superar os traumas dos golpes sofridos. Isso se encaixa perfeitamente no mecanismo de defesa da substituição, nde o inconsciente busca uma nova experiência para apagar ou ressignificar uma experiência frustrante anterior.

 

1. A Busca por uma Nova Mulher Como Reparação Inconsciente

O que parece ser apenas uma tentativa de encontrar um novo relacionamento pode, na verdade, ser um processo inconsciente de peças . O sujeito não busca apenas uma nova parceira, mas sim uma mulher que simbolicamente substitui o anterior para que ele consiga um final feliz, diferente do que teve no passado.

Esse padrão pode ser observado em três aspectos:

A repetição do perfil de mulheres (japonesas militares e mulheres negras), indicando que ele ainda está preso às mesmas figuras femininas que causaram frustração.

A tentativa de reescrever a história , como se, ao encontrar uma mulher com as mesmas características, mas que o tratasse bem, ele pudesse anular os golpes anteriores.

A ilusão de controle sobre o passado , pois, se ele "acertar" dessa vez, pode sentir que os erros do passado foram corrigidos.

2. O Perigo da Compulsão à Repetição

O problema é que, ao buscar substituições diretas, o sujeito pode acabar escolhendo deliberadamente mulheres com padrões semelhantes , levando-o a reviver a mesma dor. Isso acontece porque o inconsciente não busca necessariamente a felicidade, mas sim a familiaridade , mesmo que seja doloroso.

Por isso, ele corre o risco de:

Entrar em um novo golpe , pois pode ser atraído por mulheres com traços emocionais e comportamentais semelhantes aos anteriores.

Se você se frustrar ao não encontrar uma substituição perfeita , pois nenhuma mulher será exatamente igual às do passado, tornando a busca interminável.

Ficar preso ao ciclo de sofrimento , revivendo a sensação de perda e traição ao invés de realmente superá-las.

3. Como o Romper Esse Padrão?

Para sair desse ciclo de substituição e compulsão à reprodução, ele precisa:

Reconheça que não se trata apenas de encontrar uma nova parceira. Ele está, na verdade, tentando concordar algo dentro de si, não apenas fora.

Trabalhar a dor e a frustração das experiências passadas. Em vez de apagar essas memórias com novas relações, ele precisa elaborá-las e aceitá-las.

Para procurar substituições diretas. Ao invés de procurar mulheres com perfis semelhantes aos que o enganaram, ele pode se abrir para novas experiências afetivas, sem tentar "corrigir" o passado.

Questionar suas escolhas emocionais. Ele pode se perguntar: "Estou interessado nessa mulher por quem ela é ou porque ela representa algo do meu passado que quero mudar?"

Fortaleça sua autoestima e autoconfiança. Muitas vezes, a compulsão à reprodução está ligada à necessidade de validar o próprio valor através de relacionamentos.

Conclusão

O sujeito não está apenas buscando um novo amor, mas sim tentando deliberadamente reparar a dor dos golpes sofridos , atualizando as mulheres do passado por novas versões delas. O risco é que essa busca possa levá-lo a repetir os mesmos erros. Para romper esse padrão, ele precisa parar de buscar a substituição e, em vez disso, trabalhar internamente suas frustrações e expectativas .

Pôde estar buscando substituir mulheres cristãs que sofreram decepção no passado buscando outras mulheres cristãs em aplicativos de relacionamento

Sim, isso é muito provável! O sujeito pode estar tentando substituir deliberadamente as mulheres cristãs do passado que lhe causaram decepção, buscando novas mulheres cristãs em aplicativos de relacionamento. Esse padrão reforça o mecanismo de defesa da substituição e a compulsão à procriação , pois ele não está apenas buscando um novo relacionamento, mas tentando reescrever sua história emocional .

1. A Substituição Como Forma de Reparação Psíquica

Quando alguém sofre uma decepção em um relacionamento, especialmente em um contexto religioso que envolve valores morais e afetivos profundos, pode ser difícil aceitar a frustração. O inconsciente pode reagir tentando "corrigir" a experiência anterior , buscando uma nova mulher cristã para provar a si mesmo que:

Nem todas as mulheres cristãs são iguais.

O erro foi na escolha específica, não no grupo ou no tipo de relação.

Existe uma possibilidade de viver um relacionamento parceiro verdadeiro e feliz.

2. O Risco da Compulsão à Repetição

O problema dessa busca inconsciente é que ela pode levar à geração do padrão emocional , onde ele atrai ou escolhe mulheres semelhantes às que o decepcionaram. Isso ocorre porque o inconsciente não busca apenas um novo amor, mas sim uma nova chance de "fazer dar certo" aquilo que deu errado no passado .

Se ele não tiver consciência disso, pode acabar:

Se relacionar com mulheres cristãs que possuem as mesmas características emocionais anteriores , o que pode levar a novas frustrações.

Criando expectativas irreais , acreditando que a nova mulher cristã precisa “compensar” as feridas deixadas pelas anteriores.

Se sinto preso ao ciclo de tentativas e fracassos , pois a verdadeira questão não é nas mulheres cristãs, mas sim na necessidade de elaborar as decepções passadas.

3. Como Romper Esse Ciclo?

Para evitar cair na reprodução inconsciente, ele pode:

Reconheça que está buscando substituições. Perguntar-se: "Quero essa mulher pelo que ela é ou porque ela simboliza algo que quero reparar?"

Aceitar que as decepções façam parte da vida. Não é encontrar outra mulher cristã que ele vai apagar as relações anteriores, mas sim elaborar esses sentimentos.

Ampliar o olhar sobre os relacionamentos. Em vez de focar apenas em um perfil específico de mulher, ele pode explorar outras formas de conexão emocional, sem tentar corrigir o passado.

Trabalhar a autoestima e o autoconhecimento. Assim, ele evita buscar outra solução para sua frustração interna.

Tomar cuidado com expectativas idealizadas. Cada pessoa é única, e nenhuma nova mulher cristã será uma “cura” automática para as dores do passado.

Conclusão

O sujeito pode estar repetindo deliberadamente o padrão de buscar mulheres cristãs para substituir e reparar as frustrações do passado . Se ele não perceber esse mecanismo, poderá acabar repetindo os mesmos erros e sofrer novas decepções. Para sair desse ciclo, ele precisa olhar para dentro de si , entender suas motivações e trabalhar a acessível de sua história emocional.

Isso também pode estar ocorrendo na questão profissional Onde o sujeito aceita trabalhar em empregos simples inferiores a sua formação acadêmica a fim de reescrever uma história diferente

Sim, essa mesma lógica pode estar ocorrendo na vida profissional do sujeito . Ele pode estar aceitando empregos mais simples e inferiores à sua formação acadêmica como uma forma inconsciente de reescrever sua história profissional e tentar alcançar um estágio diferente. Isso está diretamente relacionado à compulsão à reprodução e ao mecanismo de defesa de substituição .

1. A Repetição Inconsciente no Campo Profissional

Se o sujeito já teve experiências profissionais frustrantes, ele pode estar buscando, de forma inconsciente, reviver situações semelhantes para tentar “fazer dar certo” dessa vez . Esse comportamento pode estar ligado a:

 

Um desejo de acertar o passado , provando para si mesmo que é capaz de transformar uma experiência que antes era negativa.

Uma dificuldade de aceitar que merece algo melhor , mantendo-se em trabalhos inferiores à sua qualificação como uma forma de autopunição ou por medo de falhar novamente.

Um medo inconsciente de assumir grandes responsabilidades , preferindo repetir padrões antigos onde se sente mais confortável, mesmo que insatisfeito.

2. Como isso pode se manifestar?

Aceitar empregos de baixas remunerações ou que não dependam da sua formação , acreditando que dessa vez conseguirá um crescimento profissional diferente.

Ficar preso em ciclos de insatisfação , onde entra em um trabalho, se frustra, sai, e depois volta a buscar algo semelhante.

Evite buscar oportunidades condizentes com sua formação , por medo de não ser valorizado ou de reviver uma experiência traumática de fracasso ou fracasso.

3. O Perigo da Compulsão à Repetição no Trabalho

Se ele não perceber esse padrão, pode acabar sempre se colocando em posições que não lhe dão realização, reforçando a sensação de frustração. Isso pode levar a:

Baixa autoestima profissional , acreditando que nunca conseguirá um trabalho melhor.

Desmotivação e cansaço , pois sempre sente que está começando do zero.

Fuga de desafios reais , mantendo-se numa zona de conforto que, no fundo, é desconfortável.

4. Como o Romper Esse Padrão?

Para sair desse ciclo, ele precisa:

 

Reconhecer que está repetindo um padrão e questionar: “Estou descobrindo esse trabalho porque realmente quero ou porque estou tentando corrigir algo do passado?”

Aceitar que não seja preciso repetir o sofrimento para se provar capaz. O crescimento profissional não depende de reviver situações passadas, mas de buscar novos caminhos.

Valorize sua formação e experiência. Em vez de se contentar com empregos inferiores, ele pode se perguntar: "O que me impede de buscar algo melhor?"

Trabalhe o medo do fracasso. Muitas vezes, o medo de não ser aceito em uma posição é melhor que uma pessoa se sabote, aceitando algo menor.

Focar em um futuro novo, não em concordar com o passado. Ele pode direcionar sua energia para oportunidades que realmente fazem sentido para seu crescimento, ao invés de tentar “refazer” sua trajetória profissional.

Conclusão

Assim como nos relacionamentos, o sujeito pode estar se repetindo em experiências deliberadamente profissionais frustrantes para tentar reescrevê-las de maneira diferente. No entanto, essa estratégia pode mantê-lo preso nos empregos inferiores, reforçando sua insatisfação. Para romper esse padrão, ele precisa considerar essa dinâmica e começar a buscar oportunidades que realmente valorizem sua qualificação e seu potencial.

O mesmo poderia estar acontecendo ao acessar um aplicativo de relacionamento e buscar mulheres com saberes acadêmicos em psicologia com a intenção inconsciente de substituir uma mulher psicóloga que sofreu uma infecção

Exatamente! O sujeito pode estar acessando o aplicativo de relacionamento e buscando mulheres com formação em psicologia como uma forma inconsciente de substituir e reparar uma exclusão sofrida por uma psicóloga no passado . Isso reforça o mecanismo de defesa da substituição e a compulsão à reprodução , porque ele não está apenas interessado nessas mulheres pelo que elas são, mas sim pelo que representam emocionalmente para ele.

1. A Substituição Como Tentativa de Corrigir a Dor da Rejeição

Quando alguém sofre uma infecção, especialmente de uma pessoa com um perfil específico (neste caso, uma psicóloga), o inconsciente pode tentar repetir a situação com uma nova pessoa semelhante, mas esperando um final diferente . Isso pode significar:

Provar para si mesmo que é interessante para mulheres psicólogas , compensando a perda anterior.

Buscar validação emocional e intelectual , acreditando que, se uma nova psicóloga o aceitar, isso “anularia” a exclusão da outra.

Repetir o padrão como uma forma inconsciente de enfrentamento , mesmo que isso possa levar a novas frustrações.

2. O Perigo da Compulsão à Repetição

O problema desse comportamento é que ele pode levar o sujeito a reviver a mesma dor da pessoa excluída, pois:

Ele pode estar atraindo ou se interessando por mulheres psicólogas com o mesmo perfil emocional que o rejeita , o que aumenta a chance de uma nova bloqueada.

Ele pode criar expectativas irreais , esperando que essa nova mulher psicóloga “conserte” a ferida emocional esquerda pela anterior.

Ele pode ser mais focado em corrigir o passado do que em construir algo novo , o que pode gerar ansiedade e autossabotagem nos relacionamentos.

3. Como Romper Esse Ciclo?

Para sair dessa reprodução inconsciente, ele precisa:

Reconhecer que não é uma profissão de mulher que importa, mas sim a carga emocional que ele atribui a isso. Perguntar-se: “Estou realmente interessado nessa pessoa ou não que ela representa para mim?”

Aceitar que uma exclusão passada faz parte da vida e não precisa ser corrigida. Em vez de buscar uma substituição, ele pode trabalhar a frustração e seguir em frente.

Ampliar seu olhar para novos perfis de mulheres. Evitar limites suas escolhas a psicólogos apenas para preencher uma lacuna emocional.

Valorizar conexões autênticas, sem expectativas de peças. Construir um relacionamento saudável significa conhecer uma pessoa pelo que ela é, e não pelo que pode representar no seu inconsciente.

Trabalhar a autoestima e a limitação emocional. Assim, ele não precisará buscar validação em um novo relacionamento que sirva como “cura” para a falha passada.

Conclusão

O sujeito pode estar buscando mulheres psicólogas em aplicações de relacionamento não apenas por camadas, mas para tentar substituir e corrigir a exclusão sofrida por uma psicóloga anterior . No entanto, o comportamento pode levá-lo a repetir o sofrimento. Para romper esse ciclo, ele precisa considerar essa dinâmica inconsciente, aceitar sua história e se abrir para novas experiências sem a necessidade de reposição emocional .

Então o sujeito deve avaliar que estilo de mulher deseja encontrar no aplicativo de relacionamento e avaliar sua compulsão a reprodução e ver os aspectos que podem mudar

Exatamente! O sujeito precisa avaliar conscientemente o estilo da mulher que deseja encontrar nenhum aplicativo de relacionamento e, ao mesmo tempo, analisar sua compulsão à reprodução , identificando padrões que podem estar influenciando suas escolhas de forma inconsciente.

1. Como Avaliar a Compulsão à Repetição nos Relacionamentos?

Para entender se ele está repetindo padrões sem entender, ele pode se perguntar:

Por que sempre me interessei por mulheres com esse perfil específico?

Estou buscando essa mulher pelo que ela realmente é ou pelo que ela simboliza para mim?

Tenho tentado substituir ou reparar alguma experiência emocional passada?

Quais foram as semelhanças entre meus últimos relacionamentos ou interesses românticos?

Essas escolhas me trouxeram felicidade ou frustração?

Se ele perceber que está sempre atraído por um mesmo tipo de mulher e vivendo as mesmas frustrações , pode ser um sinal de que a compulsão à reprodução está em ação.

2. identificar o que podemos mudar

Depois de considerar os padrões repetitivos, ele pode refletir sobre o que pode mudar para buscar relacionamentos mais seguros e sensíveis:

Ampliar os critérios de escolha : Ele pode experimentar conhecer mulheres com características diferentes das que costumavam procurar, sem ficar preso a um único perfil.

Desenvolver consciência emocional : Se ele percebe que está tentando substituir ou corrigir algo do passado, pode tentar focar no presente e em novas experiências.

Trabalhar a autoestima e a acessibilidade : Se a compulsão à repetição está ligada às rejeições passadas, ele pode fortalecer sua confiança para não buscar validação externa.

Ter expectativas mais realistas : Em vez de esperar que um novo relacionamento “cure” suas feridas emocionais, ele pode entrar em conexões mais leves e espontâneas.

Conclusão

O sujeito deve avaliar se está escolhendo um determinado perfil de mulher por cobertura real ou por um desejo inconsciente de reparar o passado . Ao identificar padrões repetitivos, ele pode ajustar suas escolhas e buscar relações mais apreciadas, sem cair na armadilha da compulsão à reprodução. Isso ajudará a construir um relacionamento mais saudável e alinhado com o que ele realmente deseja para sua vida afetiva.

Talvez você deva considerar pagar valores mensais em algum aplicativo de relacionamento para encontrar uma mulher

Isso pode ser uma estratégia válida, desde que ele tenha clareza sobre seus objetivos e evite cair na compulsão à reprodução . Pagar por um aplicativo de relacionamento pode trazer vantagens, como maior seleção de perfis , mais chances de encontrar pessoas com interesses semelhantes e menos perfis falsos ou golpistas .

1. O que você considera antes de pagar um aplicativo de relacionamento?

Antes de investir dinheiro nisso, o sujeito pode refletir:

Estou buscando um relacionamento de forma consciente ou apenas tentando substituir experiências passadas?

Esse investimento realmente me ajuda a encontrar alguém compatível ou estou apenas tentando validar minha autoestima?

Estou disposto a mudar meus padrões e ampliar minhas opções de escolha?

Já trabalhei minhas frustrações passadas ou estou buscando um relacionamento para preenchê-las?

Se ele perceber que está emocionalmente preparado e com expectativas realistas , um aplicativo pago pode ser uma boa alternativa.

2. Como Evitar a Compulsão à Repetição Mesmo em um App Pago?

Não limita a busca a um único perfil de mulher (exemplo: apenas psicólogas, apenas cristãs, apenas de uma determinada etnia).

Evitar a idealização : Não achar que um relacionamento resolverá suas dores emocionais.

Estabelecer critérios de segurança , sem deixar que padrões inconscientes determinem todas as escolhas.

Focar na qualidade das conexões , não apenas na quantidade de partidas.

Conclusão

Se usado de forma consciente e estratégica , pagar por um aplicativo de relacionamento pode aumentar as chances de encontrar alguém compatível . No entanto, é importante avaliar a compulsão à reprodução , garantir que as motivações sejam saudáveis ​​e estar emocionalmente preparado para um relacionamento verdadeiro, sem buscar apenas uma substituição do passado.

Agora que o sujeito tevê um insight da situação e tomou consciência de toda a verdade inconsciente como perceber que está livre desta compulsão a geração de relacionamento fracassado e trabalho simples inferiores

Agora que o sujeito tomou consciência da compulsão à geração, o próximo passo é observar mudanças em seus pensamentos, sentimentos e comportamentos . A liberação desse padrão não acontece instantaneamente, mas pode ser percebida ao longo do tempo. Aqui estão alguns sinais de que ele está se libertando:

1. Mudança na Forma de Escolher Relacionamentos

Ele não sente mais atração automática por mulheres que repetem o perfil das que causaram frustrações no passado.

Ele não busca validação ou "corrigir" histórias antigas com novas parceiras.

Ele se abre para conhecer pessoas diferentes , sem estar preso a um padrão inconsciente.

Ele não sente necessidade de provar algo para si mesmo ou para os outros ao entrar em um novo relacionamento.

2. Mudança na relação com o trabalho

Ele não aceitou mais trabalhos passados ​​apenas para repetir histórias de frustração ou se punir por algo.

Ele se sente merecedor de um emprego condizente com sua formação e objetivos de vida .

Ele não busca um trabalho inferior como forma de compensação emocional ou fuga de desafios maiores.

Ele faz escolhas profissionais com autonomia , sem se basear no medo ou na necessidade de repetir o que já conhece.

3. Sentimentos mais equilibrados

Ele percebe que suas emoções não estão mais sendo guiadas por frustrações passadas .

Ele sente que tem liberdade para escolher seus caminhos sem se sentir preso ao que já viveu .

Ele não sente angústia ou culpa ao tomar novas decisões , pois sabe que não há controle.

4. Tomada de Decisão Consciente e Livre

Ele percebe que está tomando decisões baseadas no presente, não no passado .

Ele se sente confortável explorando novas possibilidades em relacionamentos e na carreira.

Ele sabe diferenciar desejo genuíno de necessidade de reprodução e faz escolhas mais homologadas consigo mesmo.

Como Testar Se Está Livre da Compulsão à Repetição?

Observe padrões antigos e veja se ainda sente atração por eles .

Experimentar novas escolhas e analisar como se sente (por exemplo, conversar com mulheres diferentes no app ou procurar empregos mais próximos com sua vocação).

Se perguntar: "Estou escolhendo isso porque realmente quero ou porque estou repetindo um padrão inconsciente?"

Conclusão

A verdadeira liberação da compulsão à repetição acontece quando o sujeito percebe que suas escolhas não são mais motivadas por frustrações passadas, mas por desejos e objetivos reais . Ele se sente sem controle, faz escolhas sem medo e não sente necessidade de repetir velhos padrões para buscar validação ou reparos emocionais. Isso significa que ele está pronto para viver novas experiências de forma autêntica e consciente .

 

Parece que o sujeito deseja se objeto de desejo para as mulheres jovens pois está construindo um corpo musculoso na academia

Isso pode indicar que o sujeito está buscando reafirmar sua autoestima e seu valor no mercado amoroso , especialmente em relação às mulheres jovens. O desejo de ser um objeto de desejo pode estar ligado a várias motivações inconscientes, como:

Superar inseguranças passadas ligadas à destruição.

Compensar frustrações anteriores ao se tornar mais desconfortável.

Reescrever a própria história , provando para si mesmo que pode ser desejado por um perfil de mulher que antes não lhe dava atenção.

Se sentir mais no controle das relações , evitando o medo de ser excluído.

Como identificar Se Isso Faz Parte da Compulsão à Repetição?

O sujeito se sentiria satisfeito se conquistasse mulheres jovens, ou continuaria sentindo um vazio emocional?

Ele está malhando por prazer e bem-estar , ou apenas para ser validado pelo desejo feminino?

Ele pode ser interessante para as mulheres sem precisar que elas validem sua autoestima?

Ele sente que a busca pelo corpo musculoso é uma forma de se vingar simbolicamente das rejeições passadas?

Se uma musculação para um meio de autoestima sincera e bem-estar , então é um caminho saudável. Mas se por uma tentativa inconsciente de corrigir traumas passados , pode ser mais um reflexo da compulsão à geração, onde o sujeito busca mudar a forma como é visto, mas continua emocionalmente preso às mesmas inseguranças.

O Caminho Para a Autenticidade

Se ele deseja ser desejado por mulheres jovens, tudo bem, desde que essa busca seja baseada em um desejo autêntico e não em uma necessidade inconsciente de reposição emocional . A chave é perceber se essa física traz verdadeira satisfação e liberdade emocional , ou se apenas reforçar padrões antigos de busca por validação.

Como o sujeito pode reescrever sua história buscando uma nova mulher sem pensar na reposição ou uma que substitua as anteriores sem repetir os padrões das mulheres militares japonesas religiosas psicólogas ou negras sendo todos os jovens em idade sem tentar corrigir algo dentro de si mesmo ou buscar aprovação externa de Deus filhos figuras parentais ou outras sem desejar uma economia psíquica e também ser objeto de desejo pára às mulheres com corpo musculoso e aínda nas questões profissionais .

Para que o sujeito reescreva sua história sem cair na compulsão à reprodução , ele precisa agir de maneira consciente e autônoma , sem tentar corrigir o passado ou buscar validação externa. Isso significa tomar decisões que realmente o satisfaçam no presente , e não porque ele está tentando preencher uma lacuna emocional.

1. Escolher uma Nova Mulher sem Substituir as Anteriores

O sujeito precisa se perguntar:

"Quais qualidades eu realmente valorizo ​​em uma parceira?" (Em vez de repetir padrões antigos)

"Estou interessado nesta mulher por quem ela é ou pelo que ela representa?"

"Eu estaria satisfeito com essa relação mesmo que ninguém me aprovasse?"

Como agir?

Explorar diferentes perfis de mulheres , sem restringir um padrão específico.

Se abrir para o novo , permitindo-se conhecer pessoas sem expectativas de que elas "corrijam" algo dentro dele.

Criar conexões subjacentes em profundidade verdadeira , e não em uma necessidade inconsciente de reprodução ou peças.

2. Construir um Corpo Musculoso sem Necessidade de Aprovação

 "Estou treinando por mim mesmo ou para ser desejado por mulheres?"

"Se eu não recebo nenhum elogio, ainda assim continuaria na academia?"

Como agir?

Treinar pelo prazer e pela saúde , e não para preencher um vazio emocional.

Ver o corpo musculoso como um reflexo de disciplina e bem-estar , não como um objeto para ser aceito pelos outros.

Se perceber que ainda sente necessidade extrema de validação, buscar equilibrar a autoestima de outras formas, como desenvolvimento intelectual, emocional e social .

3. Evoluir Profissionalmente sem Buscar Reparação ou Prova

"Estou procurando esse trabalho porque me satisfaço ou porque quero provar algo para alguém?"

"Se ninguém estava me julgando, esse ainda seria o emprego que eu quero?"

"Estou me permitindo crescer profissionalmente ou aceitando menos do que mereço?"

Como agir?

Buscar oportunidades compatíveis com seu propósito e talento , e não apenas aceitar empregos inferiores por medo ou carreira.

Reconhecer seu valor profissional , sem precisar que alguém valide sua competência.

Se permitir sonhar alto, sem a autocensura de que precisa "pagar por erros do passado".

4. Libertar-se da Necessidade de Aprovação de Deus, Filho, Figuras Parentais ou Outras Pessoas

"Se eu não procuresse agradar ninguém, minhas escolhas seriam diferentes?"

"Estou vivendo para mim ou para atender às expectativas?"

"Minha felicidade vem do que eu realmente quero ou do que os outros acham certo?"

Como agir?

Tomar decisões baseadas no que traz felicidade verdadeira, e não em medo ou culpa.

Perceber que ninguém pode definir seu valor ou merecimento além dele mesmo .

Compreender que a vida não precisa ser uma prova constante de que ele é digno de aprovação .

Conclusão

O sujeito reescrevendo sua história de forma livre quando:

Suas escolhas não foram guiadas pelo passado, mas sim por desejos autênticos .

Ele não busca acessórios, aprovação ou validação em suas relações, corpo ou carreira .

Ele percebeu que é suficiente por si mesmo, sem precisar provar nada para ninguém. Ao agir dessa forma, ele se liberta da compulsão à procriação e passa a construir sua vida com conforto, prazer e autonomia.

Que modo de inconsciente o sujeito pode estar fazendo em relação a esses simbolismo de mulheres que escolhe nos aplicativos de relacionamento e aínda não toma consciência

O sujeito pode estar realizando diversas reparações inconscientes ao escolher determinados perfis de mulheres em aplicativos de relacionamento. Essas escolhas estão ligadas à experiência de corrigir experiências passadas, preencher lacunas emocionais ou validar sua identidade e autoestima . Aqui estão algumas possíveis reparações inconscientes que ele ainda pode não ter percebido:

1. Reparação de Rejeições e Frustrações Passadas

Possível padrão: Buscar mulheres jovens, militares, japonesas, religiosas, psicólogas ou negras.

Reparação inconsciente:

Tentar “corrigir” experiências passadas de exclusão ao conquistar agora um perfil de mulher que antes o rejeitava.

Provar para si mesmo que dessa vez a relação pode dar certo , criando um "final feliz" que não aconteceu no passado.

Repita a relação para se sentir no controle , como se pudesse reescrever a história e fazer diferente.

2. Reparação da Relação com a Mãe ou Outras Figuras Maternas

Possível padrão: Escolher mulheres que simbolizem autoridade (militares, psicólogas, religiosas).

Reparação inconsciente:

Buscar validação de figuras femininas fortes, possivelmente relacionadas à imagem da mãe.

Desejar ser aceito e reconhecido por mulheres que representem autoridade, como se fosse uma busca inconsciente por aprovação materna.

Se relacionar com mulheres que exercem controle ou liderança para recriar a dinâmica com a mãe e tentar "resolver" algo do passado .

3. Reparação da Relação com a Ex-Mulher Negra ou Outras Mulheres do Passado

Possível padrão: Procurar mulheres negras nos aplicativos, mesmo tendo sofrido golpes de alguns no passado.

Reparação inconsciente:

Tentar encontrar uma mulher negra "certa" para ressignificar a experiência negativa com uma ex-mulher ou outras mulheres que o enganaram.

Querer provar para si mesmo que pode viver uma relação positiva com esse perfil de mulher .

Repetir esse padrão para mostrar que não foi um erro confiar nelas no passado, mas que acabei de comprar a pessoa errada .

4. Reparação do Papel de Protetor ou Salvador

Possível padrão: Escolher mulheres religiosas ou com fragilidades emocionais.

Reparação inconsciente:

Querer assumir um papel de salvador , ajudando a mulher a superar seus problemas.

Sentir que precisa ser um guia ou protetor , talvez compensando alguma impotência sentida nas relações anteriores.

Reforçar a própria identidade como alguém confiável, moralmente correto e digno de amor , como se precisasse "merecer" a relação.

5. Reparação de Autoestima e Identidade Masculina

Possível padrão: Escolher mulheres jovens e investir na construção do corpo musculoso.

Reparação inconsciente:

Tentar validar sua virilidade e atratividade ao ser desejado por mulheres mais jovens.

Buscar reconhecimento externo para compensar inseguranças internacionais .

Construir um corpo musculoso como forma de garantir poder e status , provando que ainda tem valor no mercado amoroso.

6. Reparação da Relação com a Religião e com Deus

Possível padrão: Procurar mulheres cristãs, apesar de já ter tido frustrações com esse perfil.

Reparação inconsciente:

 

Tentar reencontrar um modelo ideal de mulher religiosa , como se buscasse uma parceira que simbolizasse uma conexão com a fé.

Sentir que, ao se relacionar com uma mulher cristã, estaria alinhada espiritualmente e corrigindo escolhas passadas .

Buscar um relacionamento que não o faça sentir culpa ou conflito moral , como se estivesse provando sua fidelidade aos princípios religiosos.

Conclusão: Como Tomar Consciência dessas Reparações?

O sujeito pode se perguntar:

"Estou escolhendo esse tipo de mulher porque realmente gosto ou porque quero provar algo para mim mesmo?"

"Minha atração por esse perfil de mulher vem de um desejo genuíno ou de uma necessidade inconsciente de concordar com o passado?"

"Se eu não tive passado por rejeições, golpes ou frustrações, ainda assim procuraria esse tipo de mulher?"

"Estou buscando essa relação porque ela me faz feliz ou porque me faz sentir menos inseguro?"

Ao refletir sobre essas perguntas, o sujeito pode começar a perceber quais escolhas estão sendo feitas por desejo autêntico e quais ainda estão presas a reparações inconscientes . Com essa consciência, ele poderá sair da compulsão à reprodução e construir relacionamentos e uma vida profissional mais livres e esmagadoras .

O sujeito tomou consciência dos inconscientes mais aínda assim escolhe se relacionar com uma mulher mais Nova mais abre mão dê muitas exigências suas. Mais também pudemos compreender que as mulheres às quais se esforçavam para se relacionar eram mulheres segundo às suas idealizações e fantasias e pôr isso não deu certo, portanto agora pede a Deus uma mulher segundo a vontade de Deus.

Agora que o sujeito tomou consciência das reparações inconscientes e percebeu que muitas de suas escolhas anteriores foram baseadas em idealizações e fantasias , ele se encontra em um ponto de transformação.

Ele ainda deseja se relacionar com uma mulher mais jovem , mas agora sem as mesmas exigências que antes poderiam estar ligadas à necessidade de provar algo para si mesmo ou de acertar o passado. Isso indica uma mudança de postura: ao procurar uma mulher para preencher uma lacuna emocional ou validar sua identidade, ele agora está mais aberto a uma relação genuína.

O Significado de "Uma Mulher Segundo a Vontade de Deus"

Quando o sujeito passa a pedir uma mulher segundo a vontade de Deus , isso pode ter diferentes significados psicológicos:

Entrega e Desapego: Ele está abrindo mão do controle excessivo sobre a escolha da parceira, aceitando que nem tudo precisa seguir um roteiro idealizado. Isso reduz a ansiedade e a compulsão à reprodução.

Busca por uma Relação mais Autêntica: Ao deixar de lado as fantasias anteriores, ele pode construir um relacionamento mais realista e baseado em detalhes óbvios, e não apenas em características externas.

Reconciliação com seus Desejos e Crenças: Antes, havia um conflito entre suas experiências amorosas e sua fé. Agora, ele busca uma relação que esteja alinhada com sua espiritualidade, mas sem firmeza.

Maior Maturidade Emocional: Ele não está mais tentando concordar com o passado através de uma mulher , mas sim viver uma experiência nova , onde ambos se escolhem de forma espontânea e saudável.

O Próximo Passo: Como Garantir que a Mudança é Real?

Agora, o sujeito pode se perguntar:

"Essa mulher me atrai pelo que ela realmente é ou pelo que eu gostaria que ela representasse?"

"Estou me permitindo conhecer alguém de verdade ou ainda estou buscando sinais de que ela se encaixasse nos meus padrões antigos?"

"Se essa mulher não é exatamente como eu imagino, eu ainda me sinto feliz e satisfeita no relacionamento?"

Se ele conseguir se relacionar com alguém sem precisar encaixá-la em um molde ou uma fantasia , então ele terá realmente superado a compulsão à reprodução e estará pronto para viver uma relação verdadeira e madura.

Parece que o sujeito está na compulsão a repetição da psicologia organização pois espera que ao ter entrado numa função inferior procurar exercer a psicologia organização no trabalho atual

Sim, o sujeito pode estar repetindo um padrão inconsciente na área profissional, assim como faz nos relacionamentos. Ao aceitar uma função inferior à sua formação, ele pode estar tentando, de maneira inconsciente, reescrever sua história e “consertar” uma frustração passada .

Ele pode ter a esperança de que, mesmo estando em uma carga abaixo de sua qualificação, conseguirá fazer uma psicologia organizacional emergir naturalmente dentro do trabalho atual. Isso pode ser uma tentativa inconsciente de provar que não escolheu o caminho errado ao aceitar esse emprego ou de reafirmar seu valor em um ambiente que inicialmente não registrou sua real competência .

Os Possíveis Sentidos Psicológicos dessa Compulsão à Repetição no Trabalho

Tentativa de Substituição Profissional: Assim como nos relacionamentos, onde ele buscava mulheres que simbolizavam algo do passado, aqui ele pode estar tentando encontrar no emprego atual uma maneira de exercer a psicologia, mesmo que o cargo não tenha essa função clara.

Evitação do Conflito Interno: Pode haver um medo inconsciente de assumir totalmente a identidade de psicólogo organizacional e, por isso, ele se mantém em uma posição inferior, onde a pressão de exercer a profissão "de verdade" não é tão grande .

Autovalidação e Reafirmação: Ele pode estar querendo provar para si mesmo e para os outros que conseguem transformar o ambiente de trabalho e aplicar seus conhecimentos, mesmo que ninguém tenha dado essa oportunidade formalmente.

Apego ao Passado e ao Superego Teológico: Como já refletiu antes, seu superego religioso pode influenciá-lo a sentir culpa por abandonar um trabalho "seguro" para seguir a psicologia, fazendo com que ele adie essa decisão ao se prender a uma posição de menor prestígio.

Como saber se ele está realmente quebrando esse ciclo?

Agora, ele pode se perguntar:

Estou esperando que esse emprego me dê uma oportunidade para exercer a psicologia ou estou criando uma justificativa para continuar aqui?"

"Se esse trabalho nunca me permitir trabalhar com psicologia organizacional, eu ainda quero continuar nele?"

"Eu estou adiando minha verdadeira vocação por medo da mudança?"

"O que realmente me impede de procurar um emprego onde eu possa exercer a psicologia de forma plena?"

Se ele perceber que está esperando que o ambiente mude ao invés de tomar uma iniciativa de mudança de ambiente , pode ser um sinal de que a compulsão à reprodução ainda está ativa. O próximo passo seria agir de forma mais consciente para sair desse ciclo e buscar uma posição que realmente permita exercer sua profissão de maneira plena e segura .

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